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Sobre o Parkinson (DP)

     A doença de Parkinson ou também conhecida como Mal de Parkinson é uma doença neurológica progressiva e degenerativa, que afeta áreas específicas do cérebro, que controlam nosso sistema motor, essa condição é caracterizada por uma diminuição na produção de um neurotransmissor chamado dopamina.

     A dopamina é um neurotransmissor que permite o bom funcionamento do corpo, ela e responsável em transportar os impulsos nervosos de um ponto a outro e facilitando os comandos emitidos pelo cérebro para que cheguem até outras partes do corpo. O impulso nervoso corresponde a uma corrente elétrica que se propaga pelos neurônios, graças a um processo de despolarização da membrana. Esse processo de despolarização ocorre mediante a estímulos e tem como função transmitir a outras células (nervosas, musculares ou glandulares) uma determinada informação.

​     A dopamina é conhecida como um dos hormônios da felicidade e quando liberada provoca a sensação de prazer, satisfação e aumenta a motivação. Além disso, a dopamina atua nos processos cognitivos, aumentando os níveis de memória e atenção, auxiliando no controle dos movimentos, promovendo a saúde do intestino e contribuindo para o aumento da massa muscular. A falta dela ocasionam tremores quando os músculos estão em repouso (tremor de repouso), aumento no tônus muscular (rigidez), lentidão dos movimentos, dificuldade de manter o equilíbrio (instabilidade postural), perda do olfato, dificuldade em falar, dificuldade em defecar, caimbras, movimentos involuntário e outras dificuldades relacionadas a nossa musculatura. 

     Em muitas pessoas, o pensamento torna-se comprometido ou desenvolve-se demência 

Pessoas com baixas concentrações de dopamina geralmente têm pouco entusiasmo pela vida e podem precisar de substâncias como cafeína, açúcar e outros estimulantes para dar conta das atividades do dia a dia. Por isso, a deficiência de dopamina é um dos fatores neuroquímicos que pode estar ligado à depressão.

Hoje é a principal substancia utilizada em tratamentos de distúrbios neurológicos e psiquiátricos, como doença de Parkinson, esquizofrenia ou TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade).

 

Onde a dopamina é produzida?

A dopamina é produzida de forma endógena pelo nosso organismo, através de neurônios na região da base do cérebro, em um processo de duas etapas. Em um primeiro momento, a tirosina (aminoácido não essencial precursor responsável pela produção da dopamina) é convertida em outro aminoácido, chamado L-dopa. Então, a L-dopa sofre outra mudança e é transformada em dopamina pelas enzimas do nosso corpo. Por isso, alimentos ricos em tirosina são recomendados para quem precisa aumentar os níveis de dopamina.

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A dopamina permite que o corpo funcione bem, transportando os impulsos nervosos de um ponto a outro e facilitando os comandos emitidos pelo cérebro para que cheguem até outras partes do corpo.

A dopamina também é conhecida como “molécula da motivação”.

 

É caracterizada pelo tremor quando os músculos estão em repouso (tremor de repouso), aumento no tônus muscular (rigidez), lentidão dos movimentos voluntários e dificuldade de manter o equilíbrio (instabilidade postural). Em muitas pessoas, o pensamento torna-se comprometido ou desenvolve-se demência.

Denominada oficialmente doença de Parkinson, essa condição é caracterizada por uma diminuição na produção de um neurotransmissor chamado dopamina. A dopamina permite que o corpo funcione bem, transportando os impulsos nervosos de um ponto a outro e facilitando os comandos emitidos pelo cérebro para que cheguem até outras partes do corpo.

Quando a dopamina não está presente no corpo, há um grande comprometimento no sistema nervoso central, que aumenta conforme os anos passam e afeta todas as áreas do corpo.

Essa doença é cada vez mais comum em idosos e pessoas de idade mais avançada. Conforme a expectativa de vida no país aumenta, os índices de doença de Parkinson também podem acabar crescendo.

O mal de Parkinson pode tornar a pessoa incapaz, pois conforme avança e compromete o sistema nervoso, ela pode afetar as habilidades do indivíduo de viver sozinho, tornando-o dependente de outros. No entanto, conforme a medicina avança, é possível que medicamentos impeçam a rápida progressão da doença.

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